terça-feira, 2 de abril de 2013

Dicas de auto-ajuda

iceland waterfall (1)

1º – Você não é completamente inútil… ao menos serve de mau exemplo.
2º – Se você não é parte da solução … é parte do problema.
3º – Errar é humano, mas achar em quem colocar a culpa é mais Humano ainda.
4º – O importante não é saber, mas ter o telefone de quem sabe.
5º – Quem sabe, sabe. Quem não sabe é chefe!
6º – É bom deixar a bebida. Só tem de se lembrar onde.
7º – Existe um mundo melhor… mas é caríssimo.
8º – Trabalhar nunca matou ninguém, mas… Para que se arriscar?
9º – Há duas palavras que abrem muitas portas: PUXE e EMPURRE.
10º – Não leve a vida tão a sério, afinal você não sairá vivo dela.

Da Alma para o Coração

Não sei se o seu tempo na vida vai ser suficiente para você ser e fazer tudo o que deseja.

Mas sei que nada do que vivemos tem sentido se não tocamos o coração das pessoas, se nossa lembrança não desperta saudade no coração dos amigos, se, quando partimos, não deixamos no outro a esperança da nossa volta.

Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que manifesta a emoção, olhar que acaricia, amor que aquece e fortalece.

E isso não é coisa do outro mundo, é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, gostosa... enquanto durar.

Se você quer amor... ame! Você sabe amar? Sabe respeitar o que lhe contam? Sabe ouvir sem criticar? Sabe aceitar sem restrição?

Nada preenche o coração, a não ser o Amor, a Amizade.

O agasalho aquece o corpo, lindas roupas o embelezam, mas o que aquece a alma, o que faz brilhar o olhar, o que dá vontade de continuar é o Amor... Só o Amor!!!


Fonte: http://www.rivalcir.com.br/

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Meu amor

Meu amor meu amor
meu corpo em movimento
minha voz à procura
do seu próprio lamento.


Meu limão de amargura meu punhal a escrever
nós parámos o tempo não sabemos morrer
e nascemos nascemos
do nosso entristecer.


Meu amor meu amor
meu pássaro cinzento,
a chorar lonjura,
do nosso afastamento.


Meu amor meu amor
meu nó de sofrimento
minha mó de ternura
minha nau de tormento
este mar não tem cura este céu não tem ar
nós parámos o vento não sabemos nadar
e morremos morremos
devagar devagar.


JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS, in 366 POEMAS QUE FALAM DE AMOR, Antologia organizada por Vasco Graça Moura (Quetzal, 2003)